
Hoje, durante o ASCRS Cornea Day 2026, tive a oportunidade de abordar um tema que considero central para a evolução da cirurgia refrativa: o diagnóstico precoce do ceratocone.
Mais do que identificar a doença, a discussão avançou sobre algo que, na prática, define o resultado: a capacidade de interpretar risco, integrar dados e tomar decisões com segurança.
A cirurgia refrativa não começa no laser.
Ela começa muito antes, na forma como analisamos a córnea.
Ao longo da sessão, destaquei a importância de uma abordagem mais refinada, baseada na integração entre tomografia, biomecânica e raciocínio clínico. Porque não se trata apenas de tecnologia, mas de como utilizamos essa informação para decidir melhor.
Estar ao lado de especialistas que também contribuem para o avanço da oftalmologia global reforça a relevância dessa discussão. Mais do que acompanhar a evolução da área, é sobre participar ativamente da construção do seu futuro.
Seguimos avançando, com ciência, consistência e responsabilidade.





